1) aquelas teorias que entendem ser a educação um instrumento de equalização social, portanto,de superação a marginalidade;
2) estão as teorias que entendem ser a educação um instrumento de descriminação social, logo, um fator de marginalização.
Para o 1° grupo a sociedade é concebida como essencialmente harmoniosa.
Para o 2° grupo a educação é entendida como inteiramente dependente da estrutura social geradora de marginalidade.
Então para compreendermos melhor, ele diz que a marginalidade é um fenômeno acidental que afeta muitos membros, ou seja, que constitui um desvio, que deve ser corrigido. Com isso, a educação surge como um instrumento de correção desses desvios.
Em seguida, Demerval começa a falar sobre as escolas, que deveriam agrupar os alunos seguindo áreas de interesses e então o professor agiria como um orientador da aprendizagem, mas a iniciativa principal caberia aos alunos.
Ele cita que no ensino herbartiano, através do passo de apresentação (recordação da lição anterior) é colocado diante do aluno um novo conhecimento que lhe cabe assimilar, depois a lição de casa para que o aluno demonstre se ele aprendeu, se acertar pode-se afirmar que o ensino corresponde aprendizagem.
Então ele deixa bem claro que os conteúdos são fundamentais e sem eles a aprendizagem deixa de existir.
Para concluir suas teses, ele deixa claro que a sociedade é dividida em duas classes: burguesia e proletariado (a burguesia explora o proletariado).
Bruna Monielly - 2 série E.M
Parabens pela publicação. Atente-se à conclusão e pontuações!
ResponderExcluirParabens pela publicação. Atente-se à conclusão e pontuações!
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